quarta-feira, 13 de junho de 2018

A foz, enfim...

Quando eu disse que postaria diariamente - ou não - fi-lo porque qui-lo 😆 (que 💩 né? rsrs)
Fiz isso, porque me conheço e sabia que, num determinado dia, teria todas as palavras disponíveis para usar e abusar e, noutros, a inspiração estaria para mim com minha vontade de tomar sorvete de morango > zera! São dez dias sem escrever devido à falta de vontade e também por não estar aqui para fazer isso (recuso-me a escrever esse blogue pelo telemóvel).
Enfim, hoje quero contar um pouquinho dos últimos dias.
Na segunda, primeiro dia das férias, eu ainda fui na UFAL para levar as notas. Encontrei meu amigo querido, colega especial de trabalho. Eu e Luciano fomos ao shopping comer alguma coisa e bater pernas. Tiramos fotos na pracinha do São João no shopping e comemos canjica (que é nosso curau) e tomamos café. Depois fomos comer lanche com os colegas de trabalho na  Sandubaria Escritório. É sempre bom estar com eles, apesar de o grupo estar desfalcado dessa vez. Rimos e nos divertimos muito, como sempre.

Na terça, eu e Luciano fizemos um dos passeios mais lindos dos últimos tempos: Paiçabuçu. Além de ser um lugar divino, há a simbologia de conhecermos a foz do amado Chico. Por quê? Por que em 2012/2013, nossos pezinhos passearem pela nascente, lá na Serra da Canastra, e, lá, prometemos pisar um dia na Foz. Vejam que, de 2012/2013 (foi em dezembro/2012, janeiro/2013, inclusive passamos o Reveillon acampados lá) muita coisa mudou nessa vidinha!!! Conquistas, caminhos, pisadas inimagináveis naquele momento!
Bom, isso é outro assunto...
Como eu ia falando, na terça, primeiramente, passeamos pela bucólica Piaçabuçu, onde tomamos café da manhã às margens do Rio São Francisco. Ainda pela manhã, fizemos o passeio com a agência Farol da Foz, saindo de superbugue, só nos dois, pelas dunas até o encontro do Velho Chico com o mar. Uma coisa tão linda, mas tão linda, que me emocionei  às lágrimas (novidade!). Brincamos de esquibunda, tomamos banho no rio, aliás, tomei porque o Luciano não quis molhar a cútis... e "bugueamos" pelas maravilhosas dunas, num passeio que dura em torno de três horas.
Maravilhados e encantados, partimos de volta para casa, dando uma desviadinha para conhecer a Praia de Pontal do Peba, onde se pode andar de carro pela areia (não concordo, mas como é via mesmo, e até o ônibus escolar passar por lá, também acabamos passando...). A praia é interessante.
Almoçamos em Coruripe, pois eu queria comprar as mandalas das artesãs de lá para enfeitar nossa casa. Que trabalho lindo! Fiquei um tempo acompanhando o trabalho delas e conversando. Saí cheia de vida, forte. Como as mulheres são maravilhosas!
Voltamos para casa plenos. O melhor de conhecer lugares e pessoas está na marca que esses locais e esses seres deixam na alma da gente. Certamente, evoluímos um pouco a cada viagem, a cada encontro.

FOTINHAS: Relatos vivos dos passeios
























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