quarta-feira, 20 de junho de 2018

Ah, Caruaru!



Eu bem que queria poder escrever mais neste local de mal traçadas linhas... mas inventei de me enfiar em uma cumbuqueira de coisas a fazer... e ainda aparecem mais! 
Ontem foi a apresentação do novo PPC aos alunos, ou seja, recomecei efetivamente a trabalhar. A sombra da Coordenação me ronda... não queria ser Coordenadora agora, mas terei de encarar... não quero me antecipar na preocupação, mas alguns fios a mais vêm caindo do meu ex-farto couro cabeludo por conta disso.
Foi bom reencontrar a maioria dos alunos 🙊
Algo que me tem feito bem é a aproximação mais estreita com uma amiga aqui. Ela e seu namorado têm feito parte de nosso dia a dia, tornando ainda mais sorridente nossa vida. 
Assistimos ao primeiro jogo da Copa juntos e foi bem legal - mas eu inventei de misturar vinho com cerveja: morri das 20h do domingo até às 09 horas da terça. Mas passo bem! Meu Deus! Saiu tudo o que havia em mim, até filé de bode que comi em Caruaru!...
E por falar em Caruaru, ah, que viagem boa! (Com exceção do Hotel, que era bem caído).
Realmente, as festas Juninas no Nordeste são especiais. São musicais, com cenário, figurino, enredo, personagens principais e secundários e trilhas sonoras lindíssimas. Fiquei encantada que cheguei a chorar!
Eu choro mesmo rsrs Nunca pensei que um dia pegaria meu carro e iria até o "maior e melhor São João"... 
Encantei-me também, e muito, com o artesanato em Alto dos Moura. Cada coisa linda, com muita cor e vida.
Amo os nordestinos a cada dia mais e a cada dia compreendendo melhor a sua modus vivendis e operandis rsrs entendendo que têm um tempo e um modo diferente de viver e ser feliz.

FOTINHAS: 

CONTANDO DOS MILAGRES DE SÃO MIGUEL, OU MIGUELANDO NOS MILAGRES DO SÃO?

E fomos a São Miguel dos Milagres!
Gente, gente, gente...
Inenerrável!...
O caminho já é paisajoso 😚 Indo por Maceió, vai-se por um bom tempo percorrendo ao lado do verde-azul desse mar infinito das Alagoas.
Hospedamo-nos na Pousada São Miguel dos Milagres, em Porto da Rua. O dono, Flanklin, um paulista criado em Minas, com todo jeito-sotaque-simpatia-carisma mineiro, e o Mateus, o pau-pra-toda-obra, são sensacionais, oportunizando uma estada confortável e familiar. Os quartos são amplos, confortáveis. Há uma piscina gostosa, bar, petiscos. E o melhor café da manhã que pode haver... Sensacional!
Não bastasse poder passear por paraísos como Praia do Patacho, Praia do Toque, Praia de São Miguel dos Milagres, Praia de Porto de Pedra, Praia da Laje, Praia do Marceneiro ufa!, fizemos dois passeios ESPETACULARES: a imprescindível visita às piscinas naturais - mágiiiiiiiico!! - e a impagável, inesquecível maravilhosa visita ao projeto Peixe-Boi!
Uma associação de homens e mulheres locais mantém vivas - literalmente - as últimas espécimes desse mamífero marinho, cuidando para sua preservação. Sem ajuda governamental, a Associação se mantém do que obtém dessas visitas monitoradas.
Você sai numa jangada a remo, pitoresca e bucólicamente - rio Tatuamunha acima (ou abaixo porque eu nunca sei essa coisa se a gente desce pro mar ou sobe e nem quero saber nada a respeito, não precisam me dizer ou me julgar rsrs). Sei que é divino. Um vento ventosinho que vai entrando na alma da gente, dizendo: aquiete-se, viva, sinta, respire, viva mais, acalme-se, viva, respire... aí vem aquele bicho lindo, querendo viver a
penas, simpaticamente lutando  para se manter ali, no seu lugar, no seu habitat... Eu amei, e, claro, chorei!
E a conversa com os remadores e o guia? Quanta coisa a Doutora aqui aprendeu naqueles momentos sobre tanta coisa que nunca li nos livros e vive nas salas de aulas (não estou desmerecendo o conhecimento científico, apenas enaltecendo o popular - ou seja, um não desmerece o outro...).

Enfim, comemos muito bem, nossa vista se fartou de tanta beleza, de tanta luz, de tanta cor - somos mais vivos ainda agora,

FOTINHAS: Aleatórias, porque escolher é quase um pecado!


quinta-feira, 14 de junho de 2018

A culpa não é da Copa

A culpa não é da Copa. Deixem a Copa acontecer em paz.
A culpa é nossa, que não sabemos votar, que dizemos não gostar de política sem percebermos que toda a nossa vida em sociedade é mediada por ações políticas.
A culpa não é do Tite. Permitam que o técnico faça o seu trabalho: conduzir uma equipe numa competição.
A culpa é nossa, que não apoiamos a nós mesmos em brigas legítimas, que achamos que a culpa é da vítima, que dizemos que em briga de marido e mulher não se mete a colher, que nos socamos em postos de gasolina deslegitimando uma greve de profissionais, ainda que tenha havido locaute, que roubamos os porcos do caminhão acidentado, sem ao menos olhar para saber o que aconteceu com o motorista.
A culpa não é do Neymar. Deixem o menino jogar a bola dele ganhando milhões!
A culpa é nossa, que chamamos os professores de vagabundos quando eles se organizam em busca de melhorias - para ganhar uma migalha a mais, para ter salas de aulas em condições, para fornecer uma educação de qualidade a nós mesmos, aos nossos filhos, aos nossos netos...
A culpa não é do Galvão? Deixem-no grasnar! Mude de canal se não o quer falando...
A culpa é nossa, que grasnamos nos grupos de WhatsApp, repassamos "fake news", entendemos de política, filosofia, sociologia lendo manchetes de postagens no facebook.
A culpa não é da Seleção Brasileira, com sua gestão corrupta.
A culpa é nossa, que nos corrompemos diariamente comprando ou vendendo o trabalho da faculdade, assistindo tranquilamente aos canais de nosso gato net, furando fila, aceitando troco errado, jogando lixo na rua. A culpa é nossa, que pedimos intervenção militar sem nem termos ideia do que isso significa, sem conhecermos o mal que isso trouxe a despeito da ideia de progresso e fartura desenhada. Que pensamos em votar em falsos profetas, que, esses sim, representam o pão e circo, dão casas na televisão e invadem áreas de proteção ambiental para construírem suas mansões, que desmatam, matam, excluem.
A culpa não é dos torcedores. Não quer torcer? Vá ler um livro, estudar, passear no parque com seus filhos, visitar um asilo, andar de bicicleta no parque.
A culpa não é do futebol! A Copa do Mundo de futebol é um evento esportivo. Não quer participar e acha que a Copa vai prejudicar o país? Fique trabalhando, então, quando todos foram dispensados para assistir aos jogos do Brasil. Permaneça na sua empresa, na sua escola, no seu jornal, no seu escritório, no seu restaurante.
Simplesmente, desligue a televisão. Que tal?


FOTINHA: Vestida para matar rsrs

quarta-feira, 13 de junho de 2018

Eu torço pela copa das árvores, mas na Copa do Mundo de Futebol também

Amo futebol. Essa paixão é de pai pra filha mesmo. Meu pai não só jogava, assistia e ouvia pelo rádio, como também tinha time de futebol de várzea, amador. Eu sempre fui a estádios. No Café tive alegrias incríveis ao ver meu Londrina, o Tubarão, jogar. Já fui assistir ao Asa de Arapiraca no seu estádio, e não vejo a hora de ir ao Rei Pelé. O que significa que amo a Copa do Mundo. Já estou com minha tabelinha para preencher antecipadamente.(Arrisco à lápis os meus palpites, depois vou organizando conforme vão se concretizando os jogos.  )
Obviamente que o país tem problemas diversos! Não esqueço Isso! Ainda quero os culpados pela morte da Mariele presos, anseio por melhorias na educação, vou protestar para que a gasolina baixe, quero o #foratemerconcretizado, enfim...Continuo questionando e achando injusta, sacanagem mesmo, a diferença entre o salário de um professor e o do Neymar, mas isso não impede que eu o ache um craque (mimado, sim). Chamem-me alienada (não sou): quinta vou assistir à abertura, quero ver os jogos mais relevantes e domingo vou colocar meu chapéu verde-amarelo (é, confesso que a camisa não vou vestir, porque atualmente ela comporta outros sentidos) e vou torcer muiiiito!
Por quê? Porque há um dia marcado para expressar a minha indignação em relação a tudo o que vem acontecendo em meu país: 07/10.
Um dia em que, com meu direito, meu livre arbítrio, votarei em candidatos cuja vida política eu já terei investigado. Cujo projeto eu ache válido. E, com isso, tentarei retirar do poder os que eu acredito que estejam causando esse buraco negro nacional.
E é ai que eu deixarei a minha raiva. Aí, sim, estará minha vaia, meu protesto. Onde atuarei, sendo protagonista na escolha de meu futuro, não votando naqueles que fizeram com que tivéssemos motivos para querer dar as costas ao nosso país.
Vou torcer, sim, pela Seleção Brasileira de Futebol. E vou vibrar com cada êxito e sofrer com cada fracasso.


FOTINHA: De chapéu verde amarelo porque a camisa não dá!

Amor amor amor amor amor amor

Uma aluna, um dia, perguntou o que era o amor para mim. Respondi assim: o amor é moreno, fofinho, tem um sorriso meio maroto, uma alegria constante no olhar, uma serenidade que acalanta. Ela me repreendeu, dizendo que isso não era definição de amor, mas, sim, a descrição de alguém. Aí me atentei que não há, para mim, uma acepção, um sentido, um significado, mas, sim, um ser. O amor, para mim, chama-se, significa, expressa-se e vive como Luciano. Meu companheiro-amor-amigo. A paixão cotidiana, que me faz sorrir a simples menção de seu nome, que me alegra à mera percepção de sua presença. 
Meu namorado. Meu amor dessa vida.
O amor de outras vidas. De vidas que virão

FOTINHA: Eu e meu namorido comparceiro Luciano, numa outra vida 💘😍



A foz, enfim...

Quando eu disse que postaria diariamente - ou não - fi-lo porque qui-lo 😆 (que 💩 né? rsrs)
Fiz isso, porque me conheço e sabia que, num determinado dia, teria todas as palavras disponíveis para usar e abusar e, noutros, a inspiração estaria para mim com minha vontade de tomar sorvete de morango > zera! São dez dias sem escrever devido à falta de vontade e também por não estar aqui para fazer isso (recuso-me a escrever esse blogue pelo telemóvel).
Enfim, hoje quero contar um pouquinho dos últimos dias.
Na segunda, primeiro dia das férias, eu ainda fui na UFAL para levar as notas. Encontrei meu amigo querido, colega especial de trabalho. Eu e Luciano fomos ao shopping comer alguma coisa e bater pernas. Tiramos fotos na pracinha do São João no shopping e comemos canjica (que é nosso curau) e tomamos café. Depois fomos comer lanche com os colegas de trabalho na  Sandubaria Escritório. É sempre bom estar com eles, apesar de o grupo estar desfalcado dessa vez. Rimos e nos divertimos muito, como sempre.

Na terça, eu e Luciano fizemos um dos passeios mais lindos dos últimos tempos: Paiçabuçu. Além de ser um lugar divino, há a simbologia de conhecermos a foz do amado Chico. Por quê? Por que em 2012/2013, nossos pezinhos passearem pela nascente, lá na Serra da Canastra, e, lá, prometemos pisar um dia na Foz. Vejam que, de 2012/2013 (foi em dezembro/2012, janeiro/2013, inclusive passamos o Reveillon acampados lá) muita coisa mudou nessa vidinha!!! Conquistas, caminhos, pisadas inimagináveis naquele momento!
Bom, isso é outro assunto...
Como eu ia falando, na terça, primeiramente, passeamos pela bucólica Piaçabuçu, onde tomamos café da manhã às margens do Rio São Francisco. Ainda pela manhã, fizemos o passeio com a agência Farol da Foz, saindo de superbugue, só nos dois, pelas dunas até o encontro do Velho Chico com o mar. Uma coisa tão linda, mas tão linda, que me emocionei  às lágrimas (novidade!). Brincamos de esquibunda, tomamos banho no rio, aliás, tomei porque o Luciano não quis molhar a cútis... e "bugueamos" pelas maravilhosas dunas, num passeio que dura em torno de três horas.
Maravilhados e encantados, partimos de volta para casa, dando uma desviadinha para conhecer a Praia de Pontal do Peba, onde se pode andar de carro pela areia (não concordo, mas como é via mesmo, e até o ônibus escolar passar por lá, também acabamos passando...). A praia é interessante.
Almoçamos em Coruripe, pois eu queria comprar as mandalas das artesãs de lá para enfeitar nossa casa. Que trabalho lindo! Fiquei um tempo acompanhando o trabalho delas e conversando. Saí cheia de vida, forte. Como as mulheres são maravilhosas!
Voltamos para casa plenos. O melhor de conhecer lugares e pessoas está na marca que esses locais e esses seres deixam na alma da gente. Certamente, evoluímos um pouco a cada viagem, a cada encontro.

FOTINHAS: Relatos vivos dos passeios
























domingo, 3 de junho de 2018

Mais bem diário mesmo, agora sexta sábado e o domingar (sonolencioso)

Pois é, a quinta foi "felomenal". Conto agora a sequência desse passeio.

Na sexta eu tive compromissos na UFAL em Maceió. (Inventei de dar aula também no Curso de Pedagogia EAD, como bolsista, uma ação permitida para o meu vínculo profissional, já que sou DE (dedicação exclusiva). Está sendo bem interessante e agora acabei de ter contato com minha primeira aluna virtual, a qual apresentou-se no Fórum introdutório. Mais uma experiência para minha carreira e vidinha. Legal!)

Saímos de Universidade e o dia estava lindo, cheiinho de um sol lindo; ficamos mais de uma hora no trânsito entre UFAL e a orla, no carro, vendo as pessoas e os lugares - uma vez ou outro nem é tão ruim - com o sol lindo; almoçamos no nosso hotel uma parmegiana de frango com fritas saborosinha. E o sol? lindo; subimos para o quarto para fazer a sesta com um sol lindo; resolvemos sair após meia hora para a praia com o casal de amigos. O Sol? Tinha partido para Pasárgada para encontrar o seu amigo rei...

Mas como no passear e na vida tudo vale a pena se a alma não for pequena, parafraseando o imensamente parafraseado Camões, fomos ao cinema. Mas não um cinema qualquer, obviamente... Fomos ao Cine Arte Pajuçara, um centro cultural bem próximo à feirinha do Artesanato na Praia de Pajuçara, que conta com um cinema alternativo, um teatro, uma salão/galeria e um café - com pipoca, inclusive. Assistimos ao metalinguístico Paris 8, excelente longa sobre o cinema francês e uma reflexão sobre a vida, os sonhos, as realizações e os caminhos para tornar as coisas reais. Beeeeeem legal!

Após enlevar a alma com a sétima arte, fomos sanar nossos instintos animais e alimentar nosso corpo com comida mesmo. Jantamos no Palato de Ponta Verde. Eu comi um risoto de funghi com filé mignon em tirinhas servido numa caçarolinha mega fofa (own). Uma delícia! A minha amiga serviu-se de risoto de parmesão e filé mignon no ponto. Os homens não quiseram comer e ficaram só na bebericagem. Provamos quase todos os tipos da cerveja Baden Baden. Eu só não quis me arriscar na Witbier, que traz uma mistura de cevada, trigo, laranja e coentro. Não quis na hora, mas fiquei curiosa. Haverei de experimentar!

Fomos para o Hotel depois da noite prazerosa mais uma vez, com os amigos queridos tornando tudo ainda mais significante. (A propósito, além do Luciano, nomes só serão citados aqui quando extritamente necessários.)

No sábado, tomamos o café gostoso do hotel - que tem o inconveniente de ser servido em mesas muito pequenas - e fomos para a praia tomar um banho de mar. Alugamos o guarda-sol e quatro cadeiras, uma mesinha e uma cadeira para as bolsas (rsrs) - fica um pouco salgado esse luxo! Batemos papo, bebi duas Heinekens e voltamos para Arapiraca.

Como adoro caminhos e morros e matos e rios e estradas, entramos em Pindoba, com intuito de ir até o Engenho das Alagoas. Apesar de não termos conseguido ir até o Engenho devido a uma obra qualquer na estrada, deliciamo-nos no caminho até a cidadezinha. Lindinha!

Viemos para Arapiraca, comemos uma pizza. Eu ainda trabalhei, pois precisava colocar minha disciplina no Curso de Pedagogia no ar. Gastei um tempinho procurando vídeos e material para utilizar. Gosto bastante disso 💗💙  Fui dormir perto das 2h da madrugada.
Acordamos hoje, perto das 11. Fiz um ranguinho, assisti ao amistoso do Brasil de futebol, ao jogo de vôlei Brasil e Estados Unidos, agora, enquanto assisto à partida de Corinthians e Flamengo, escrevo essas mal traçadas linhas. 😉

FOTINHAS: Resumo desenhado de tudo o que escrevi
















Bem diário mesmo...

O domingo amanheceu chuvento. Nessa época, Arapiraca é bem chatinha: chove, fica friozinho. Pra ajudar, tem criança soltando bombinha bem embaixo da minha janela... Criança + bombinha + acordar-mal-humorada = cara feia!
Todos sabem que as festas juninas no Nordeste são eventos tradicionais e grandiosos. Mas eu jamais esperava ver feiras só de fogos de artifício! É louco isso. Barracas e barracas e barracas com todos os tipos de fogos! Enfim: tradição e cultura (mas fogos barulhentos enchem o saco e eu não consigo entender a satisfação que as pessoas têm em soltar fogos que só fazem barulho!!)

A greve dos caminhoneiros minou nosso passeio longo: teríamos saído na sexta para alguns dias em Recife, partindo para Fortaleza, com uma paradinha em Mossoró. Depois de Fortaleza, alguns dias em Jericoacoara, depois Barreirinhas para aproveitar os Lençóis Maranhenses e, na volta, passar por Paulo Afonso. Não fomos :( Ficamos receosos de barreiras, de ficar sem combustível e até mesmo dos altos preços praticados pelos aproveitadores nessa época de crise. Não, infelizmente, não somos um povo altruísta...

Ainda bem que moramos em um lugar lindo, com belezas incríveis a apenas alguns quilômetros. Assim, na quinta fomos para Maceió para um circuito um pouco mais alternativo: teatro, cinema cult, risoto e vinhos. Mas aproveitamos um pouco a praia, claaaaaro!

E fomos acompanhados de um casal de amigos. Um casal que está se conhecendo agora, iniciando sua vida partilhada. Foram dias sensacionais de muito riso, alegria e até uns goles de cerveja a mais (eu agora tomo engov antes de beber! Ai, ai, a idade...).

Na quinta, saímos cedo de Arapiraca e paramos na Praia do Francês - pois o Luciano ama o Francês. Eu também gosto, mas ele ama mais... Compramos uns artesanatos,  passando por turistas rsrs
Já em Maceió, almoçamos no Dona Moça - em Pajuçara, serve pratos excelentes, com um preço honesto. Ambiente climatizado e atendimento perfeito! - e logo fomos para o Hotel e Pousada Gogó da Ema - nem dá para classificar a localização de tão maravilhoooooooooooosa que é! - Descansamos um pouco no quartinho aconchegante, limpo e confortável e fomos à praia de Ponta Verde, pertinho do Farol. Depois fomos à pé até o artesanato da Pajuçara comprar mais bugiganga rsrs Adoooooooooooro comprar coisinhas que, muitas vezes, nem vou usar kkkkkk

A noite foi de deslumbramento total: assistimos à Orquestra Sinfônica da UFAL e aos solistas entoarem suas óperas. Foi maravilhoso, emocionante e tocante. O Luciano chorou do começo ao fim do espetáculo.
Depois fomos comer uns petiscos, falar da vida, rir muito, ouvir música não mais tão boa (rsrsrs o Kanoa Bar estava com uma dupla sertaneja), o que não impediu nossa alegria e satisfação. As Stellinhas brilharam! rsrs O casal amigo, sensacional, foi o melhor da noite, com certeza!
Saí descalça, na chuva, com o mar ao lado, cantando "lá fora está chovendo, mas assim mesmo eu vou correndo só pra ver o meu amor..."

Estou com fome. Vou comer algo. Numa próxima postagem, falo da sexta e do sábado.
Ou não, sei lá.


FOTINHA: A gente não tem viagem grande, fica com viagem pequena mesmo













Desblogando

Não foi uma boa hora para criar um blogue...